sábado, 25 de fevereiro de 2012

HISTÓRIA PARA TODOS

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NO PÁTIO



TODOS ESPERANDO COMEÇAR A HISTÓRIA

 

 PROFESSORA JULIANA CONTOU A HISTÓRIA DA COBRA QUE SE CHAMAVA DONA PITON

APÓS A HISTÓRIA BRINCAMOS COM A MÚSICA: HISTÓRIA DA SERPENTE QUE É ASSIM:

Esta é a história da serpente
Que desceu do morro
Para procurar um pedaço do seu rabo
Voce tambem,voce tambem,
Faz parte do seu rabão

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O período de adaptação no berçário

   Crianças inseguras, pais angustiados e sofrimento diante da separação iminente. Esse não precisa ser o retrato do início dos pequenos na creche. É possível diminuir o desconforto e proporcionar uma adaptação tranquila e saudável para os bebês e sua família. A fase de acolhimento na Educação Infantil é diferente para cada faixa etária e requer atenção redobrada com bebês de até 2 anos. Afinal, quase tudo é novidade para eles: a convivência com outras crianças e adultos (além do círculo mais próximo), as brincadeiras com a areia...

O primeiro passo é conhecer bem a criançada. Entender seus costumes e medos ajuda a elaborar o planejamento. "Quando percebem que o educador sabe coisas que as fazem se sentir bem, elas ficam mais calmas", diz Rosa Virgínia Pantoni, mestre em Psicologia e coordenadora de assistência social da Creche Carochinha, ligada à Universidade de São Paulo (USP).

Antes de receber a turma, é fundamental ler com atenção todas as informações contidas na ficha de anamnese (com histórico de saúde). Também é desejável fazer uma entrevista detalhada com a família. Durante o bate-papo, os pais podem esclarecer dúvidas e ajudar você e seus colegas a entender os hábitos da criança. "É um momento de ajuste de expectativas. É essencial escutar o que os familiares esperam e explicar os objetivos da instituição", diz Ana Charnizon, educadora da UMEI Aarão Reis, em Belo Horizonte. Mostrar interesse pela criança é uma forma de tranquilizar os pais. Vale perguntar como é a rotina em casa, do que a criança gosta de brincar e de comer e se possui objetos de apego. A entrevista pode ser finalizada com uma visita pelos ambientes.

Bebês de até 10 meses estranham a escola, o modo como são colocados para dormir e a comida oferecida. É necessário prestar atenção nos aspectos sensoriais: deixar objetos pessoais, como mantinhas, chupeta e fronhas, junto ao berço ajuda na adaptação. A ausência dos pais não incomoda, mas a textura diferente do lençol do berço, a forma como são colocados para dormir, a temperatura da água do banho, sim.

Depois de completar 1 ano, a adaptação muda um pouco. O foco principal agora é fazer com que o bebê se acostume à ausência dos responsáveis. Por isso, é necessário alternar momentos em que os familiares estejam próximos e distantes da criança. Nessa idade, ela já começa a estranhar quem não conhece e estabelece vínculos com alguns adultos. Faz parte do processo, então, manter os rostos conhecidos ao alcance da visão do pequeno. A separação é feita aos poucos, intercalando momentos de aproximação e de ausência, até que o bebê se acostume à rotina na creche. O choro nos momentos iniciais da separação é normal e deve passar logo, à medida que a criança percebe que é acolhida e compreendida. Caso o berreiro persista, isso pode ser sinal de insegurança.
     Outras manifestações de desconforto são o sono constante, a apatia e a recusa em comer. Reuniões e estudos periódicos permitem aprofundar o conhecimento a respeito do universo infantil e agir nesses casos. "A insegurança dos responsáveis influencia ansiedade dos pequenos. Por isso, os profissionais precisam estar preparados", explica Ana.
    As semanas de adaptação - que podem ser até três - são especiais e requerem uma programação diferente.  Definir um escalonamento de horários, para que os pequenos aumentem gradualmente o tempo na creche, ajuda a acostumá-los com o ambiente. Não há regras: alguns demandam um tempo maior para se adaptar.

http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/como-fazer-boa-adaptacao-bercario-bebes-creche-617844.shtml?page=1

quinta-feira, 14 de julho de 2011

BOAS FÉRIAS

Nas férias, criança precisa de sossego para descansar

As crianças não precisam de um grande roteiro turístico ou de uma agenda lotada de atividades para ficarem felizes nas férias. O mais importante para a saúde física e mental da criança é sair da rotina e ter sossego para descansar. É um período para acordar mais tarde, tomar um café da manhã mais demorado, ter horários menos rígidos para as refeições, ficar mais perto dos pais, ter tempo livre para curtir a preguiça e brincar à vontade.

As atividades de lazer e de entretenimento são interessantes para quebrar a rotina e alegrar as férias da criançada, mas sem exageros, para não repetir a correria e o estresse com o trânsito e os horários do resto ano. Um passeio em um parque para andar de bicicleta, empinar pipa, brincar na areia e no parquinho; uma visita a um museu, um aquário, uma biblioteca, um centro cultural; ir ao cinema, ao teatro, ao circo, ao zoológico, ao jardim botânico; participar de oficinas de arte, de música ou de dança; correr na praia, jogar bola, subir em árvore, andar a cavalo, pescar e tantas outras coisas…, criança se diverte com tudo.

Esses são programas que as crianças adoram e que contribuem para o aprendizado e para o bem-estar de meninos e meninas de todas as idades. O contato com a natureza, com atividades esportivas e artísticas são estímulos importantes para o desenvolvimento infantil, pois oferecem possibilidades para trabalhar a coordenação motora, a concentração, o esforço para concluir uma tarefa, e para brincar e usar a imaginação e a criatividade tão fundamentais para uma infância saudável.

Ficar em casa é gostoso

As crianças gostam de fazer alguma coisa diferente para marcar o período de férias e aproveitar a casa com mais tempo, brincar no quintal ou na área de lazer do prédio, explorar os próprios brinquedos também é muito saudável. Basta um divertimento qualquer, uma brincadeira de esconde-esconde com os vizinhos, uma comida caprichada no almoço, um bolo quentinho no lanche, um filme no DVD comendo pipoca para deixar esse período de descanso mais gostoso.

Quando os pais continuam trabalhando e não conseguem um tempo livre para uma programação especial, vale levar a criança para o trabalho um dia. Quando o ambiente e a atividade dos pais permitem a presença da criança por um dia ou algumas horas, é uma felicidade conhecer onde os pais trabalham, o que eles fazem e quem são os seus colegas.

fonte: http://blogs.band.com.br/maenaweb/2011/07/04/nas-ferias-crianca-precisa-de-sossego-para-descansar/ - Thelma Torrecilha

FESTA JULINA

No dia 09/07/2011 (sábado) realizamos a festa Julina do CEI com toda a comunidade.
Muita comida típica, brincadeiras e apresentaçoes das criança, tudo isso fez parte do cenário de mais uma animada e participativa festa.

As fotos das apresentações das CRIANÇAS estão nas paginas das turmas.

Fotos da nossa Festa









sábado, 21 de agosto de 2010

Encerramento do 1º Semestre

Quando a criança começa a freqüentar um CEI, ela passa a entrar em contato com um novo meio, diferente do familiar. Ela conhece novas pessoas (adultos e crianças) e ambientes diferentes (VITORIA e ROSSETTI-FERREIRA, 1993). Dessa forma, passa conviver com outras pessoas diariamente, principalmente as educadoras por ela responsáveis, ampliando seu círculo social e o acesso a novas significações. Tanto a família, quanto o CEI proverão diferentes condições de desenvolvimento a criança, promovendo tipos diversos de interações e experiências.

Turma: Berçario I





Turma: Berçário II



Turma: Maternal I



1º Periodo